A história que Barbados conta aos marinheiros há séculos
Quando entramos no ritmo da Barbados Sailing Week, parece menos que estamos a entrar numa competição e mais que estamos a entrar numa história que já está em andamento.
Quando entramos no ritmo da Barbados Sailing Week, parece menos que estamos a entrar numa competição e mais que estamos a entrar numa história que já está em andamento.
Sentimos isso antes de compreendermos. Antes da primeira reunião, antes de largarmos a âncora, há um momento de silêncio em que o barco repousa ancorado e Granada nos envolve como uma memória que não sabíamos que tínhamos.
Juan Ponce de León estava na proa, os olhos a perscrutar o horizonte, sentindo o pulsar da Corrente do Golfo sob os cascos. Era 1513 e estavam longe de casa, a cartografar águas que nenhum marinheiro europeu tinha mapeado completamente.
A Southernmost Regatta é mais do que uma corrida. É uma narrativa viva onde o vento, as ondas e o espírito humano convergem, onde cada manobra e cada cambada escrevem uma linha numa história que liga exploradores, marinheiros e espectadores através do tempo.
Quando falamos sobre Sir Francis Drake nas Caraíbas, é tentador imaginar apenas a lenda. O destemido corsário. O inimigo dos impérios.
No início de março de 2026, o Mediterrâneo está em um momento de transformação. As tempestades de inverno recuaram, deixando um mar cheio de energia, mas calmo o suficiente para testar ao máximo as habilidades dos marinheiros.
Era a primavera de 1875, e o ar sobre o rio Weser, em Bremen, trazia o leve aroma salgado do Mar do Norte, nas proximidades. Numa pequena oficina à beira do rio, Friedrich Lürssen, um homem de vinte e quatro anos, estava rodeado por tábuas de carvalho, rebites de cobre e o cheiro de madeira recém-cortada.
Na primavera de 2025, as pessoas nos portos de Bergen a Roterdão começaram a falar sobre uma tecnologia que antes pertencia apenas a engenheiros elétricos e futuristas: baterias de grande escala que armazenavam imensas quantidades de energia e sistemas de propulsão híbridos que permitiam que os navios operassem em silêncio, com conforto e em harmonia com a natureza.
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